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Park Grove: complexo aguardado1024696Antonio Leuzzi

Park Grove: complexo aguardado

Poucas vezes um complexo foi tão aguardado quanto o Park Grove, em Miami. Prova disso são fotografias publicadas recentemente. Elas registram o progresso das obras do empreendimento e saíram em diversas publicações. Se você não sabe do que estou falando é melhor se atualizar. Trata-se de um imóvel composto por três torres, projetado pelo OMA em Miami.

Park Grove

Localizadas próximas às torres “Grove at Grand Bay”, projetadas pelo BIG, o trio de edifícios do OMA soma 90 mil metros quadrados. Esse espaço será preenchido por uma área residencial de alto padrão com vistas para a Baía de Biscane.

Mais de cinco mil metros quadrados do projeto são dedicados a programas coletivos. Para quem não está familiarizado com o termo, trata-se das áreas comuns do complexo. No caso do Park Grove essa área será composta de salas de cinema, restaurante do chefe Michael Schwartz, um anfiteatro ao ar livre, salas para degustação de vinhos e uma piscina em uma das coberturas.

Localizado na região de Coconut Grove, o projeto residencial que ainda está em construção tem prédios têm formatos curvilíneos e cilíndricos. As formas são inspiradas nos recifes da região.

Além de melhorar a vista, essa estrutura permite uma variedade de tamanhos e layouts nos apartamentos, que terão ambientes integrados.

Unindo os prédios, um caminho dará acesso a amenidades como adega, academia e cinema. Jardins e piscinas serão instalados no topo desses espaços.

Nas imagens de divulgação, o projeto de interior do estúdio Meyer Davis, também de Nova York, inclui espaços modernos, repletos de luz natural, e com mobiliário neutro.

Curiosidade

O OMA parece considerar que as esculturas de Alexander Calder são perfeitas para seus projetos: o escritório usou a obraCrinkly with a Red Disc,de 1973, para o render do Museu de Arte Contemporânea Garage, em Moscou. O render dos edifícios residenciais Park Grove em Miami utiliza a esculturaFlamingo, de 1973, que encontra-se na Federal Plaza de Chicago, enquanto o render do parque elevado 11th Street Bridge Park em Washington DC, de OMA e OLIN, mostra a mesma escultura.

Flórida
Flórida registra crescimento econômico1024512Antonio Leuzzi

Flórida registra crescimento econômico

A Flórida registrou um crescimento econômico digno de nota. O setor de negócios do estado foi um dos que mais prosperou em 2017, segundo o governador Rick Scott. E as áreas metropolitanas de Orlando, Tampa e Miami são as que mais ajudaram nesse sentido. Mais do que isso. As três cidades são as que oferecem mais oferta de empregos na Flórida, segundo dados recentes do governo.

Flórida contra o desemprego

A taxa de crescimento da força de trabalho na Flórida superou quatro vezes a nacional. Foram criadas 127.400 novas vagas de emprego em outubro. A taxa de desemprego caiu para 3.6%. Essa é a menor taxa desde fevereiro de 2007. Desde dezembro de 2010, as empresas da Flórida criaram 1.448.300 novos empregos no setor privado. Agora o estado agora foca na redução de impostos e diminuição de regulamentos para atrair empresas.

De acordo com dados do governo, de todas as áreas metropolitanas da Flórida, a de Orlando foi a que mais criou novos empregos no estado em 2016, somando 37,4 mil novos empregos no setor privado. A taxa de desemprego em Orlando caiu para 3,2%, 1,3 pontos percentuais em relação ao ano passado. “Esses dados confirmam que Orlando continua a ser um ótimo lugar para começar ou ampliar um negócio”, disse Scott.

Em segundo lugar vem a área de Tampa, com 27 mil novos empregos no setor privado no ano passado. A taxa de desemprego de Tampa caiu para 3,3%, abaixo de 1,4 pontos percentuais de um ano atrás. Os setores de maior crescimento ao longo do ano em Tampa foram serviços profissionais e de negócios, com 6.500 novos empregos e construção com 5.400 novas vagas. A região permaneceu em primeiro lugar entre as áreas metropolitanas do estado em demanda de emprego em outubro com 44.781 aberturas.

Em terceiro lugar vem a área metropolitana de Miami, com a criação de 25.600 novos empregos no setor privado no último ano. A taxa de desemprego em Miami caiu para 4,6% em outubro, abaixo de 0,9% em relação ao ano anterior. Os setores que tiveram maior crescimento ao longo do ano em Miami foram o comércio, o transporte e os serviços públicos com 7.500 novos empregos e serviços de educação e saúde com 6.700 novos empregos.

 

Paris 6
Paris 6: brasileiro reina em Miami800533Antonio Leuzzi

Paris 6: brasileiro reina em Miami

O restaurante Paris 6 Bistro Miami Beach é um sucesso. Não só entre os entre os brasileiros que vivem em Miami, mas também entre os que estão visitando a cidade. O segredo? Trata-se de um restaurante brasileiro com sotaque francês. E mais: além de deliciosos pratos da culinária francesa e brasileira (com nomes de famosos) a casa tem uma decoração inspirada nos anos 20. Uma sobremesas de dar água na boca. E gente bonita circulando o tempo todo (além de muitas celebridades).

Tanto sucesso do Paris 6 não é novidade. O restaurante está repetindo a fórmula vitoriosa iniciada em 2006 na rua Haddock Lobo, nos Jardins, em São Paulo. Na época o criador, Isaac Azar, ousou criando pratos saborosos que se tornam clássicos em suas casas. Só na capital paulista, são quatro unidades. Há outras espalhadas por Rio de Janeiro, Porto Alegre e Belo Horizonte.

E ele vai além. Depois da investida internacional já estão programadas inaugurações do Paris 6 Bistro em Campinas, Goiânia e Brasília. E ele nem pensa em franquias, já que faz questão de manter o controle de tudo.

Segredos do Paris 6

O relacionamento do dono da casa com celebridades é um dos segredos do Paris 6. Quando o cliente abre o cardápio do restaurante em Miami ele dá de cara com a foto do atacante Neymar. Entre os nomes dos pratos estão Suzana Vieira, Paulo Ricardo, Reynaldo Gianechinni, entre tantos outros.

Atualmente são mais de duzentos famosos em seu cardápio. “É uma homenagem’, enfatiza o chef. Como um psicólogo da culinária, Azar pressente a identificação entre a personalidade e o prato a ser criado. Aí, ele chama o cozinheiro e, juntos, desenvolvem a nova ideia.

Essa mesma fórmula está sendo adotada em Miami. Personalidades locais terão seus nomes associados a pratos servidos no Paris 6 Bistro, onde massas e risotos se destacam, além das sobremesas.

Paris 6 – 2200 Collins Ave, Miami Beach, FL 33139

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Mochila a prova de bala é novidade355285Antonio Leuzzi

Mochila a prova de bala é novidade

Já imaginou uma mochila a prova de balas? Parece coisa de maluco, mas isso existe e está sendo oferecida por uma escola privada de Miami. A ideia surgiu depois de tantos ataques em escolas americanas. O intuito é melhorar a segurança dos alunos em caso de tiroteio.

Mochila ou escudo?

Comercializada pela Florida Christian School, o item de segurança pode ser encontrado no website da escola junto com uniformes e outros itens. A peça custa US $ 120, pesa menos de uma libra e deve ser colocada dentro da mochila do estudante. Segundo a escola, os professores são treinados para instruir os alunos a usarem suas mochilas como um escudo. A mochila auxilia na hora das crianças se protegerem em caso de tiroteio.

A placa foi projetada para proteger de balas como um .44 Magnum e um .357 SIG. No entanto, a proteção não suporta balas de armas maiores como rifle, por exemplo.

Vale registrar que a Florida Christian School não esteve envolvida em nenhum tipo de tiroteio. Mesmo assim funcionários garantem que a iniciativa é uma forma de prevenir qualquer incidente do tipo.

A empresa de design criadora do item também oferece a proteção em capas para tablets, pranchetas e vários tamanhos da placa.

Objetos à prova de balas ganham espaço

Em 2013, meses após o tiroteio em massa que deixou 20 crianças e seis adultos mortos na escola em Newtown, Connecticut, a universidade de Maryland decidiu investir em quadros brancos à prova de balas e comprou 200, citando o tiroteio em Newtown como o fator decisivo.

Os painéis brancos e as mochilas não são os únicos itens à prova de balas disponíveis na sequência de tiroteios em massa. Existe uma indústria inteira dedicada à fabricação de produtos à prova de balas que incluem notebooks, pastas de laptops, cobertores, móveis e até mesmo roupas íntimas.

Há também uma linha de moda high-end à prova de balas que oferece tudo, desde roupas formais até os impermeáveis ​ e casacos de couro. Vários líderes mundiais usam os produtos da marca.

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Miami em 2018 vai ter novidades600449Antonio Leuzzi

Miami em 2018 vai ter novidades

Miami em 2018 vai ferver. Pelo menos é o que deu a entender durante a WTM Londres 2017, a diretora de Relações Públicas de Miami, Suzie Sponder. Ela confirmou que a próxima fase do Brightline será iniciada no começo deu ano. Uma das novidades é que o trajeto entre a cidade e Orlando poderá ser feito em uma viagem de trem de cerca de três horas. Hoje a viagem dura pouco mais de 3h30.

Com um investimento total previsto de US$ 2,1 bilhões, sendo US$ 1 bilhão apenas na primeira fase (construção dos trens e linha até West Palm Beach), o novo modal terá vagões de cores vivas – vermelho, laranja, verde, azul e rosa – e locomotivas pretas e amarelas. A Brightline promete exterior e interior modernos – que lembram os dos Eurostar, que fazem a rota entre Londres e Paris.

Além disso, será disponibilizado wi-fi gratuito e tomadas para carregar os smartphones. Os assentos, por outro lado, terão várias configurações, inclusive para uma única pessoa, como também, para grupos de quatro. Os preços dos bilhetes ainda não foram estabelecidos.

Miami em 2018

Outra notícia é que junto à nova opção de mobilidade serão inaugurados dois complexos turísticos em Miami em 2018. As novidades serão o Time Out Market e The Miami Design District.

“A própria estação do Brightline já é um projeto animador por si só. Além do trem propriamente dito teremos no complexo uma praça de alimentação incrível”, afirmou Suzie. “O serviço completo até Orlando não será lançado até o final de 2018. Mas o serviço de Miami para Fort Lauderdale e West Palm Beach estará disponível antes disso”, completou. O trem viajará a velocidades de até 200 quilômetros por hora com 16 serviços tanto para o norte quanto para o sul diariamente.

Os complexos turísticos devem ser inaugurados em 2018 também. O Time Out Market será um conjunto de restaurantes, bares e experiências culturais; e o The Miami Design District será o lar de 125 grifes de roupa junto a várias instalações artísticas.

Il Gabbiano
Il Gabbiano: para comer bem1024576Antonio Leuzzi

Il Gabbiano: para comer bem

Esqueça “ver e ser visto”. Esqueça badalação e paquera. Esqueça point da moda. O Il Gabbiano, dica da semana no blog, não é um lugar de gente jovem, música bombando. É um lugar para comer bem (muito bem), com uma vista maravilhosa de brinde. Ah, sim! O público lá é um pouco mais velho. E muito mais poderoso. Sim, esse é um restaurante para paladares refinados. E bolsos recheados!

Il Gabbiano: para comer bem

Antes de falar do restaurante em si vale falar da formalidade da casa. Nada de traje especial, mas esqueça a liberdade de estar numa cidade de praia. Deixe os chinelos e as bermudas no armário e dê uma boa caprichada no visual. Caso contrário vai conseguir entrar e ser atendido sim, mas não vai ficar tão confortável porque o homem da mesa ao lado vai estar de blazer com certeza e a mulher de vestido.

Agora falemos da casa em sim. Italiano tradicional, o Il Gabiano oferece gastronomia sofisticada. Pratos fartos, entradas diversas, ótima carta de vinhos. Os donos são os mesmos fundadores do famoso Il Mulino de NY (que também abriu em Miami), considerado um dos melhores restaurantes italianos do mundo.

Quando o assunto é o cardápio tudo é delicioso. Os pratos são caprichados. No dia da minha primeira visita aceitei a sugestão do Chef e escolhi ravióli de cogumelos com molho de champanhe trufado. Na segunda fui de fettuccine preto e branco com frutos do mar e molho de tomate. Na terceira vez pedi bruschetas de tomates frescos e Linguini ale Vongole!

E todas as vezes arremato a refeição com um Tiramisu. Afinal de contas seria um pecado não fazer isso num restaurante autêntico italiano! Resultado: quero voltar lá urgentemente para experimentar outras opções.

Além da comida maravilhosa, vale registrar que o Il Gabbiano fica na beira do canal, em Downtown. Graças a vista a casa se torna super agradável para almoçar ou jantar ao ar livre.

Natal
Natal em Miami: onde ir1024576Antonio Leuzzi

Natal em Miami: onde ir

Vai passar o Natal em Miami e não sabe o que fazer ou on de ir? Mais: não sabe quais são os costumes locais e tem medo de não celebrar a data? Relaxe! Aqui todo mundo se diverte na ocasião, mesmo se estiver sozinho! Eu explico: o Natal nos EUA não tem nada a ver com o do Brasil.

Natal em Miami

Nós costumamos comemorar o Natal na véspera, com uma ceia que dura até tarde, ou seja, na noite do dia 24 de dezembro. Nos Estados Unidos, é um pouco diferente. Ninguém fica acordado até tarde um dia antes, pelo contrário. As crianças querem ir cedo para cama, pois o costume é abrir os presentes na manhã do dia 25. Neste dia costuma ter um brunch, uma refeição que une o café da manhã e o almoço, muito comum no país. Por isso, no dia de Natal a maioria das lojas e serviços não abrem, e você precisa se planejar para não ficar sem programação.Além de fazer passeios pela cidade, que nessa época está impecavelmente decorada, você também pode fazer reservas para a ceia nos restaurantes que ficam abertos e oferecem um cardápio diferenciado.

Mas e a noite do dia 24? Nada demais acontece? Acontece sim! As comemorações de Natal em Miami, por exemplo, costumam rolar em restaurantes. O ideal é que as reservas sejam feitas o quanto antes, já que a procura pelos restaurantes é alta e o número de vagas é limitado por conta dos cardápios especiais.

De qualquer maneira, mesmo que longe da família e dos amigos mais próximos, passar o Natal numa cidade como Miami é uma experiência. Diferente de tudo que você já viu! E ainda é a chance que você tem de dar uma esticadinha na viagem e curtir as melhores baladas de reveillon. Porque aí sim a cidade pega fogo!

Hakkasan
Hakkasan: chinês imperdível1000668Antonio Leuzzi

Hakkasan: chinês imperdível

Hakkasan é RESTAURANTE ESTRELADO MICHELIN DESDE 2003

Não importa se os clientes são atraídos pelas lembranças esplêndidas de refeições anteriores. Ou se estão cuiosos sobre as delícias da próxima, os convidados do Hakkasan anseiam pelo menu inspirado do Chef Loo. A cozinha estrelada dele é cantonesa, moderna, esplêndida.

Chef inovador do Hakkasan

Com um olho na tradição e outro na inovação, o Chef Jian mistura criatividade e mente aberta. Graças a essa combinação ele cria um menu que surpreende e encanta. Antes de assumir a função de Cuisine no Hakkasan, Jian Heng Loo aprimorou suas habilidades culinárias. O estudo foi feito em toda a Ásia durante vinte anos. Nascido na Malásia, Jian trabalhou em restaurantes de alto prestígio, entre eles o Capella Singapore, um resort de luxo, e o G Hotel na Malásia.

Outro destaque da casa fica para o Sommelier chefe. A casa tem o prazer de contar com a expertise e percepção de Brian, que obteve a certificação Court of Master Sommelier.

Ele cresceu em uma aventureira família de tradição culinária que plantou as sementes para sua paixão por comida e vinhos finos. Antes de entrar para a equipe de bebidas do Fontainebleau, passou três anos como Sommelier do principal restaurante do Chef Michael Schwartz, ganhador do prêmio James Beard, o Michael’s Genuine Food & Drink no Miami Design District.

Outra atração do Hakkasan é o ambiente. Moderno, aconchegante, contemporâneo. A sala de jantar principal, por exemplo, recebe os clientes de uma maneira única, que indica algo especial. Para eventos privados ou especiais o restaurante tem ainda a sala Ling Ling separada. Nela o cliente pode pode receber 20, 40 ou 60 convidados com refeições suntuosas ou recepções grandiosas.

E se a ideia é ser ainda mais exclusivo a casa oferece ainda a experiência exclusiva de jantar à Mesa do Chef, que acomoda 20 convidados sentados.

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Cinco curiosidades do Natal americano1024768Antonio Leuzzi

Cinco curiosidades do Natal americano

Se você está nos EUA hoje já deve ter percebido algumas diferenças com relação a comemoração por aqui. Se não está existem cinco curiosidades do Natal americano que valem a pena saber. Especialmente se você estiver se mudando pra cá, caso da maioria dos leitores aqui do blog!

Cinco curiosidades do Natal nos EUA

1. A maioria absoluta dos americanos comemora a data no dia 25!

Sim, a véspera de Natal, tão importante pra nós, brasileiros, não tem nada de especial por aqui. Ceia de Natal no dia 24 então se você vir é milagre! Ah! E o papai noel passa de madrugada. O dia de abrir os presentes é dia 25 de manhã!

2. O peru quase não aparece

Aqui o peru é a estrela no jantar de Thanksgiving. No Natal ele realmente perde espaço. No lugar entram outras comidas, como o presunto ou pernil.

3. O panetone é um mero desconhecido dos americanos

Isso mesmo que você leu. As famílias americanas que são descendentes de italianos até conhecem,mas a maioria nunca nem provou essa delícia. O engraçado é que é fácil de encontrar, tem até a venda no Walgreens. Mas não tem saída entre os americanos. O sucesso aqui e aí se resume mesmo entre os brasileiros.

4.As casinhas de biscoito de gengibre estão por todos os lados

Faz parte comprar o kit para montar e decorar a sua gingerbread house. Faz parte da tradição e é uma atividade que as crianças amam!!

5.Árvores de Natal naturais ainda são bastante comuns

Nas casas americanas é comum ver dinheirinhos de verdade.Fazendas de árvores de Natal cultivam vários tipos de pinheiros e montam pontos de venda em cidades ou abrem as portas para que você mesmo vá lá cortar. Segundo grupos de presevação ambiental, a árvore natural é melhor pro meio ambiente do que as de plástico, que não são biodegradáveis. Além disso suportam os pequenos fazendeiros locais ao invés de importar as árvores plásticas da China.

presidente
Presidente tem residência em Miami1024768Antonio Leuzzi

Presidente tem residência em Miami

Um luxuoso clube de oito hectares à beira-mar costuma ser o destino do presidente em Miami. Trata-se de uma espécie de “residência de inverno” da gestão Trump. “É o mais perto do paraíso que eu posso chegar”, foi como a autoridade mesmo definiu.

Paraíso do presidente

 

Apesar de também ter piscina, campo de golfe e quadras de tênis, a residência oficial não é tão atraente para Trump quanto seu resort na Flórida. “Camp David é bastante rústica, é legal, um lugar que você vai gostar. Mas sabe por quanto tempo? Uns 30 minutos”, disse o republicano a um jornalista logo após vencer a eleição.

Já Mar-a-Lago tem lustres enormes, salões com decoração dourada, loja com produtos exclusivos. O spa é equipado, o clube na beira da praia tem todos os serviços e as 126 suítes são luxuosas. Outra comodidade é que o campo de golfe fica a dez minutos de carro do resort.

Não é a primeira vez que a história de Mar-a-Lago esbarra na da Casa Branca. Em 1973, a proprietária Marjorie Merriweather Post decidiu doar a propriedade —que já tinha esse nome por se estender do mar ao lago Worth—ao governo. A intenção era que se tornasse local de descanso para presidentes. Mas Jimmy Carter achou a manutenção cara e se desfez dela.

Em 1982, Trump fez uma oferta de US$ 15 milhões pela propriedade. O valor foi recusado. Três anos depois, pagaria US$ 5 milhões mais US$ 3 milhões em mobiliário.

Título salgado

Hoje, um título de sócio do clube custa US$ 200 mil. Ovalor, que era de US$ 100 mil desde 2012, duplicou após a eleição de Trump. A anuidade é de US$ 14 mil.

Além dos preços, a rotina dos sócios também mudou. No início de fevereiro, a socialite Vanessa Falk foi surpreendida com a presença do presidente em sua festa de casamento no resort. Há casos ainda como o de DeAgazio, que se sentiu como no Situation Room —salão da Casa Branca onde são discutidos assuntos de defesa e segurança nacional— durante o jantar.

Mas nem todos estão felizes. É agora alto o risco de uma reserva no restaurante do clube ser cancelada de última hora por decidirem fechar um espaço para um evento do presidente.

Um sócio reclamou ao jornal “Miami Herald” do aumento nas restrições dentro do clube e da proibição de fotografar enquanto o presidente Trump está no local. “Você consegue imaginar? É o seu clube e você não pode tirar fotos?”